
. a partir dos olhos que amanhecem redesenho o mapa do horizonte e escolho a órbita do destino. como uma hipótese de riso no chão varrido da insónia.
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até…
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até…
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não temos de matar para não morrer. só temos de fingir viver. penso: não se recusa nenhum abismo sob pena de morrer antes da hora. e penso ainda: há um tempo para tudo. ou não.